CULTURA – Das sutilezas da arte
Da Redação
Nilza Batista começou a pintar inspirada pelo artista visual Henrique Resende, no Ateliê Chácara da Pedra, em Itaocara. A artista está empolgada com a chance de levar um pouco de sua arte ao público na exposição “Nilza Batista em Paisagens e História”, aberta semana passada no Espaço Cultural Maria de Lourdes Martins Bragança, anexo ao Museu e Casa de Cultura de Aperibé.
Em sua primeira exposição individual, ela aposta em vários elementos, sobretudo paisagens luminosas que trazem alento e paz a quem observa.
Filha e irmã de músicos, Nilza desde jovem se dedicava ao artesanato e decidiu pela pintura. São mais de 60 telas pintadas ao longo de cinco anos. “A arte faz parte da minha família. Meu pai era músico e meu irmão cantor e compositor. Como não tenho o dom da música, resolvi escolher a pintura, porém, sou movida pela força de vontade e me considero uma aprendiz”, comenta, listando algumas de suas habilidades. “Na minha vida sempre convivi com a arte. Gosto de artesanato, de bordar, fazer crochê, cozinhar, reciclar, mas foi nas telas que me encontrei. E devo a meu mestre o desenvolvimento da pintura. Sempre ao meu lado, me incentivando. Mesmo assim, não me considero uma artista, mas uma apaixonada pela vida que me impulsiona a pintar”, declara a artista.
Filha e irmã de músicos, Nilza desde jovem se dedicava ao artesanato e decidiu pela pintura. São mais de 60 telas pintadas ao longo de cinco anos. “A arte faz parte da minha família. Meu pai era músico e meu irmão cantor e compositor. Como não tenho o dom da música, resolvi escolher a pintura, porém, sou movida pela força de vontade e me considero uma aprendiz”, comenta, listando algumas de suas habilidades. “Na minha vida sempre convivi com a arte. Gosto de artesanato, de bordar, fazer crochê, cozinhar, reciclar, mas foi nas telas que me encontrei. E devo a meu mestre o desenvolvimento da pintura. Sempre ao meu lado, me incentivando. Mesmo assim, não me considero uma artista, mas uma apaixonada pela vida que me impulsiona a pintar”, declara a artista.
Henrique Resende, o mestre a quem Nilza se refere, é todo elogios à discípula. “Ela é uma apaixonada pela pintura, colocando nela a sua forma simples e intensa de encarar a vida. Sua pintura é sempre realizada através de uma paleta de cores claras e luminosas, construídas com camadas sobre camadas de modo que o resultado final carrega não só o caráter hedonista do processo, como também as ousadias permitidas por alguns toques finais de empastes”, ressalta Resende.
Henrique Resende diz ainda que a pintora não se prende a um único estilo e que a temática de cada quadro é que determina a busca da melhor maneira de realizá-lo. Segundo ele, a pintora se mostra quase sempre figurativa, embora já tenha se enveredado por obras abstratas. Mas uma coisa é certa: Nilza, mesmo que jure de pé junto que pinta sem pretensão de ser artista, busca sempre o aperfeiçoamento técnico e uma linguagem própria.
Nilza Maria Batista Cardoso é professora e já trabalhou no Museu e Casa de Cultura de Aperibé. Como professora monitora, atendia aos visitantes e grupos de estudantes previamente agendados, oferecendo-lhes informações acerca da história e da cultura da cidade. “Em sua primeira exposição ao público, é possível apreciar toda a sensibilidade, leveza nos traços e características bem próprias de alguém de grande generosidade, determinada e cheia de vida”, elogia Marcelo da Cunha Hungria, Presidente da Casa de Cultura de Aperibé.
Fonte:O Diário
31 de Agosto, 2015


