Catar volta atrás e proíbe venda de bebidas alcoólicas no entorno dos estádios da Copa


O governo local tomou essa decisão nesta sexta-feira (18) contrariando uma informação que havia sido divulgada pela Fifa e pelo comitê organizador no início da semana, de que haveria venda de cerveja no entorno dos estádios.

 

O consumo de bebida alcóolica será limitado à área conhecida como Fan Festival, entre 19h e 1h. Nos estádios, álcool só em camarotes.

 

Nas ruas, a notícia repercutiu entre os turistas estrangeiros. Uma das amigas argentinas não se importou, porque não bebe. Mas uma outra diz que a cerveja vai fazer falta. Um tunisiano, muçulmano, também não bebe álcool, mas acha que os organizadores tomaram a decisão muito em cima da hora. Um torcedor do México diz que respeita a cultura e a religião, mas que não concorda com essa medida.

 

A proibição já vale a partir de domingo (20), quando

e Equador abrem a Copa. E se a regra é adaptação à cultura local, o time da casa é um exemplo disso. Dos 26 convocados, 10 são naturalizados cataris, e o técnico é espanhol.

 

No ciclo de preparação para o Mundial disputaram, como convidados, a Copa América e a Copa Ouro, que reúne os países das américas Central e do Norte.

 

O estádio Lusail será palco da final. É maior estádio dessa Copa. O Catar sabe que dificilmente jogará lá. Antes da grande decisão, a única possibilidade é avançar em primeiro lugar no grupo e chegar às quartas de final. Algo que seria inédito também para o adversário na partida de estreia.

 

Se o Catar participa pela primeira vez, o Equador vai para sua quarta Copa. Na melhor campanha, parou nas oitavas de final. O técnico também é estrangeiro, o argentino Gustavo Alfaro, admirador confesso do brasileiro Tite. Nos três últimos amistosos a equipe não saiu do 0 a 0.

 

Equador e Catar em ação. Sob os holofotes, diante das câmeras. De coadjuvantes a protagonistas de uma abertura de Copa.

 

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