Capacitação aos agentes de endemias e comunitários de saúde na prevenção à dengue, zika e chikungunya


A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de São Francisco de Itabapoana (SFI) promoveu uma capacitação direcionada a agentes de endemias e agentes comunitários de saúde em relação à prevenção e tratamento de arboviroses, como dengue, zika e chikungunya. O evento aconteceu na manhã dessa quarta-feira (28), na Câmara Municipal, e contou com orientações dos técnicos da Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde (SES) Luis Otávio e João Roberto.

 

O secretário municipal de Saúde, Sebastião Campista participou da capacitação e destacou a união entre o eixo de Vigilância em Saúde, que é responsável pela prevenção por intermédio dos agentes de endemias com o trabalho de vistoria nos imóveis em busca de focos do mosquito Aedes aegypti e de conscientização da população, associado à atenção básica, por meio dos agentes comunitários.

 

“Vamos fazer com que os agentes de endemias trabalhem em conjunto com os mais de 80 agentes comunitários de saúde, que passarão a incorporar na rotina diária, além das atribuições já existentes (levar medicamentos, aferir pressão arterial, etc.), as preocupações relacionadas à prevenção de arboviroses. Eles vão verificar se tem água parada, alguém com sintomas característicos das doenças (dengue, zika e chikungunya) e direcionar quem precisar de atendimento a uma unidade de saúde. Caso haja necessidade de aplicação de larvicida, o agente de endemia será acionado para realizar o serviço”, ressaltou.

 

 

Campista destacou ainda a importância da atualização do censo imobiliário no município para efeitos sanitários, a fim de que os novos imóveis construídos a cada ano sejam identificados no mapa para a realização do Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa), que é realizado pela Vigilância Ambiental.

 

 

“É importante que a informação a respeito das pessoas com algum quadro de arboviroses, ao ser atendida nas unidades de saúde ou no Hospital Manoel Carola, chegue à Vigilância Epidemiológica para que não haja subnotificação dos casos em SFI. Não adianta apenas tratar, recuperar e mandar o paciente curado para casa e a Vigilância não tomar conhecimento. Quando o município vai pleitear um carro fumacê, por exemplo, ou qualquer outra política assistencial do Governo do Estado, esses números são importantes para sermos atendidos nas demandas solicitadas”, revelou o secretário.

 

 

A prefeita Francimara Barbosa Lemos reforçou que o município está tomando todas as medidas necessárias para combater as arboviroses e solicitou que a população também colabore, evitando deixar caixas d’água sem tampa, além de recipientes que possam acumular água parada, a fim de que não se transformem em criadouros do mosquito transmissor das doenças.

AsCom SFI

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