Uso de drones é cada vez mais comum no agronegócio


Aliados de trabalhadores no plantio, aparelhos podem custar até R$ 280 mil. Mercado de trabalho tem demanda por profissionais habilitados no manuseio de drones.

 

Os drones são pequenos em tamanho, mas grandes em importância e ajudam a monitorar cerca de 50 mil hectares de um canavial dentro de uma fazenda no município de Queiroz (SP). As câmeras de grande alcance ajudam a cuidar da área de plantio e também a proteger os funcionários.

 

A demanda pelos serviços de drones é crescente em fazendas do estado de São Paulo e o mercado conta com empresas especializadas no fornecimento de aparelhos para monitorar plantações.

 

Um drone pode custar de R$ 20 mil chegando até R$ 280 mil, dependendo das funcionalidades empregadas. O custo benefício com a economia no tempo e otimização da plantação contribui com o agricultor.

 

O manuseio de drones exige treinamento especializado e ainda não conta com um número elevado de profissionais, tendo demanda reprimida no mercado de trabalho. Por conta disso, empresas do ramo acabam contratando e capacitando os profissionais para trabalhar com os aparelhos.

 

Visando inserir novos profissionais na área, uma faculdade de Marília (SP) acrescentou o uso de drones na grade regular de aulas do curso de agronomia.

 

Os treinamentos em campo capacitam alunos, que desenvolvem técnicas de trabalho e fora do horário de aula prestam serviço em fazendas da região, podendo complementar renda.

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