PF apreende joias com desenho de fuzil durante ação contra tráfico internacional de armas


Além de prender cinco pessoas, uma operação da Polícia Federal (PF) contra o tráfico internacional de armas nesta terça-feira (1º) teve também a apreensão de joias. Estavam entre elas, um anel com um desenho de fuzil e um pingente com a mesma arma.

As peças foram encontradas na casa de um dos alvo da operação. Os agentes apreenderam ainda relógios e cordões, entre outros objetos.

 

 

Confira abaixo o balanço das apreensões:

 

 

Nove veículos
Centenas de munições de pistolas e fuzis
Duas armas de fogo
Joias
Relógios de luxo
Cartões de créditos
Passaportes
Cerca de R$ 20 mil em espécie

 

A ação Operação Pneu de Ferro terminou com a prisão de quatro suspeitos em São Paulo e um outro em Orlando, nos Estados Unidos.

 

 

Ao todo, a 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro expediu cinco mandados de prisão e sete de busca e apreensão.

 

A ação foi realizada pela Delegacia do Aeroporto Internacional do Rio.

Até a última atualização desta reportagem, os presos ainda não haviam sido identificados. Um traficante da Rocinha, não foi encontrado pelos agentes.

 

Em São Paulo, no bairro Vila Regente Feijó, um veículo de luxo foi apreendido na residência de um dos alvos.

 

 

Foi encontrado um Porsche Panamera 4S, que pode custar até R$ 720 mil.

 

A PF contou com o apoio da Receita Federal e com a Agência de Investigações de Segurança Interna dos EUA (ICE Homeland Security Investigations), através de seus adidos na Embaixada dos EUA, em Brasília, e nas cidades de Tucson e Miami, nos EUA.

 

 

“A cooperação policial internacional entre o Brasil e os EUA foi fundamental para a obtenção de informações das atividades ilícitas perpetradas pela organização criminosa”, informou a PF, em nota.

 

 

Munição em pneu
As investigações começaram em 2019, com apreensões de carregadores de fuzis e acessórios de arma de fogo realizadas no Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão). Os carregadores estavam escondidos em um pneu.

 

 

Os policiais identificaram que os materiais apreendidos eram enviados, via postal, das cidades de Kissimme, Orlando e Tucson, nos Estados Unidos, e tinham como destino facções criminosas de atuação nacional no Brasil.


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