Saiba como está a obrigatoriedade do uso de máscaras nas cidades do Norte Fluminense


Além do isolamento social, o uso de máscaras de proteção para quem precisa ir à rua tem sido uma das medidas adotadas para evitar o aumento no número de casos da Covid-19, em todo o Brasil. No Estado do Rio, algumas cidades tem decretado a utilização obrigatória da peça, para quem trabalha nas ruas e, até mesmo, para quem precisa sair de casa para ir ao mercado ou a farmácia, por exemplo.

 

Confira como está a obrigatoriedade do uso de máscaras nas cidades do Norte Fluminense:

 

Campos dos Goytacazes: tetamos contato com o município.
Macaé: é obrigatório o uso de máscaras para quem está trabalhando nos locais abertos.

São João da Barra: tetamos  contato com o município.
São Fidélis: não é obrigatório o uso de máscara.
Quissamã: não é obrigatório o uso de máscara.
São Francisco de Itabapoana: será obrigatório o uso de máscaras a partir de quarta-feira (22).


Conceição de Macabu:  tentamos contato com o município.
Carapebus: é obrigatório o uso de máscara.

Itaperuna: não é obrigatório o uso de máscara.
Bom Jesus do Itabapoana: é obrigatório o uso de máscara
Natividade: não é obrigatório o uso de máscara.
Cambuci: não é obrigatório o uso de máscara.
São José de Ubá: é obrigatório o uso de máscara nos comércios.
Santo Antônio de Pádua: é obrigatório o uso de máscara.
Itaocara: não é obrigatório o uso de máscara.

Miracema: não é obrigatório o uso de máscara.
Cardoso Moreira: tetamos contato com o município.
Varre-Sai: não é obrigatório o uso de máscara.
Aperibé: não é obrigatório o uso de máscara.
Italva: tetamos contato com o município.
Porciúncula: tetamos contato com o município.
Laje do Muriaé: tetamos contato com o município.

No início de abril, o Ministério da Saúde passou a recomendar o uso das máscaras de proteção para toda a população. Entre os tipos de máscara recomendados estão as de algodão, tricoline e tnt. A orientação prevê a utilização de máscaras caseiras e de tecido para que as máscaras médicas sejam utilizadas apenas por profissionais da saúde.

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