Porto Central negocia com o setor de óleo e gás


Diante da falta de definição sobre a construção da ferrovia até o Sul do Estado, os empreendedores do Porto Central estão cada vez mais consolidando o negócios para atender a indústria de óleo e gás, que será a carga âncora. Há conversas com clientes do Brasil, Houston e Roterdã.

“Já os clientes de grãos, carvão e carga geral aguardam o anúncio da ferrovia por parte do governo para tomarem a decisão de operar no Porto Central”, diz o diretor José Salomão Fadlalah ao observar que muitas das decisões também aguardam os rumos da economia com o novo presidente eleito.

A expectativa é de que as obras do terminal, em Presidente Kennedy, comecem em meados de 2019. Enquanto isso, os representantes do porto seguem em negociações com potenciais clientes, e na atuação para cumprir condicionantes ambientais e detalhar o projeto.

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