Bebê pode ter morrido por meningite no HGG; família suspeita de negligência


   Família diz que bebê ficou 25 dias com febre e foi internado sucessivas vezes no HGG, sem diagnóstico. Uma menina de um ano e oito meses, que morava na localidade de Travessão de Campos, morreu com suspeita de meningite neste domingo (27), no Hospital Geral de Guarus (HGG), em Campos, e há suspeita de negligência médica. Inicialmente, a família informa que a criança ficou durante 25 dias com febre e por várias vezes foi internada na unidade hospitalar, sem que um diagnóstico fosse apresentado. Na última sexta-feira, um médico do HGG deu alta a menina Valentina(na foto ao lado). 

 Ocorre que, no dia seguinte(sábado), a menina teve uma crise convulsiva em sua casa e, novamente, foi levada pela família ao Hospital Geral de Guarus. 
  Segundo o comunicador Roni Miranda, da Rádio Comunitária de Travessão, ele teve contato, na manhã desta segunda-feira(28), com a família. Depois de anunciar o caso em seu programa, o comunicador falou por telefone com a redação do Campos 24 Horas: “Familiares me disseram que, após a crise convulsiva, eles chegaram ao HGG no sábado e não havia um neurologista para atender a menina”, disse o comunicador, que acrescentou que a família informou que foram 25 dias de sucessivas internações: “Um parente me disse também que, os médicos que atenderam a menina nunca falaram sobre meningite. 
 Alegavam que era uma virose”, afirma o comunicador. Já a Prefeitura informou através de nota que a criança deu entrada na unidade na última sexta-feira (25) e que todos os procedimentos necessários foram realizados. Além disso, o caso está sendo apurado juntamente com o Setor de Vigilância em Saúde. Confira a nota: “A superintendência do Hospital Geral de Guarus (HGG) informou que, desde que a criança deu entrada no hospital, na última sexta (25), foram adotados todos os procedimentos necessários para elucidação diagnóstica e estabilização do quadro da paciente. 
 A direção do Hospital está apurando cuidadosamente as questões em conjunto com o setor de Vigilância em Saúde do município, diante da rápida evolução com gravidade do quadro apresentado pela criança.”
Fonte:Campos24horas
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